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22 05 SBCAT Regional 2 quem somos Ludmila de Paula NoticiaSou natural de Vitória (ES), cidade onde realizei toda a minha formação até a graduação em Química pelo Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Espírito Santo. No Ifes, ocorreu meu primeiro contato com a pesquisa por meio da iniciação científica, sob a orientação do professor Mauro Cesar Dias. Nesse período, tive a oportunidade de me familiarizar com técnicas e análises que não faziam parte da rotina das aulas de graduação. A experiência na iniciação científica despertou meu interesse pela pesquisa e me motivou a ingressar no mestrado.

A possibilidade de obter uma bolsa de mestrado foi determinante para que eu buscasse oportunidades em outro estado, garantindo suporte financeiro durante o curso. Agradeço aos meus pais pelo apoio para continuar minha formação, especialmente à minha mãe, Rita (in memoriam), que sempre se empenhou para que minha experiência longe de casa fosse a mais tranquila possível, permitindo que eu me dedicasse integralmente à pesquisa.

Iniciei, então, o mestrado na Universidade Federal Fluminense (UFF), sob a orientação do professor Fabio Barboza Passos, que se tornou uma grande referência profissional e pessoal. Sou muito grata pelas oportunidades, pelo incentivo e pela compreensão ao longo de todos esses anos. No início do mestrado, eu possuía apenas conhecimentos muito básicos em catálise, adquiridos durante uma disciplina optativa cursada na graduação. Escolhi desenvolver minha pesquisa nessa área por seu caráter interdisciplinar e pelo potencial de ampliar minha formação de maneira mais abrangente.

A pesquisa desenvolvida foi um estudo paralelo a um projeto já em andamento, executado em parceria com o Cenpes, que visava ao desenvolvimento de catalisadores mais resistentes à contaminação por enxofre para a reação de deslocamento gás-água. Foi um período de grande crescimento científico e pessoal, principalmente pela dinâmica e infraestrutura do RECAT. Por se tratar de um laboratório no qual os próprios pesquisadores realizam as análises, tive a oportunidade de operar diversos equipamentos de caracterização de materiais. As pessoas com quem convivi no laboratório também foram bastante importantes para minha evolução; todos os professores e alunos foram sempre solícitos.

Os resultados alcançados com a pesquisa foram promissores e culminaram na publicação de nossa primeira patente, em colaboração entre UFF e Petrobras. Diante desses resultados, optamos por dar continuidade à linha de pesquisa no doutorado, investigando novos materiais para a mesma reação. Este estudo se mantém relevante e continua sendo desenvolvido durante o pós-doutorado, graças ao apoio financeiro que tivemos ao longo do tempo da Petrobras, do CNPq (PDJ) e da Faperj (PDS).

Mesmo com tantos anos dedicada à mesma temática, tive a oportunidade de atuar em diferentes frentes ligadas à catálise e ao desenvolvimento de materiais, por meio de colaborações com diversos pesquisadores. Pude participar de estudos em outras linhas do grupo, em distintos laboratórios da própria UFF e de outras instituições.

Um dos eventos em comemoração aos 20 anos da SBCat incluiu uma premiação especial para o melhor pôster no 19º CBCAt (2017), realizada em parceria com a Royal Society of Chemistry, na qual tive a felicidade de ser selecionada. Também fui convidada para a cerimônia do Prêmio Inventor Petrobras 2025, em função do depósito de uma nova patente. Em 2026, recebi o prêmio “Mulheres na Ciência”, concedido às pesquisadoras do Programa de Pós-Graduação em Química da UFF, com base em critérios de produtividade e representatividade.

A catálise me concedeu a possibilidade de uma carreira (além de muitos amigos). Gostaria muito de ter a oportunidade de continuar trilhando esse caminho, não apenas pelo constante aprendizado que a área oferece, mas também pelo desejo de retribuir à sociedade e à comunidade científica tudo o que desenvolvi durante minha formação como pesquisadora.

22 05 SBCAT Regional 2 quem somos Ludmila de Paula Noticia

No meu Ensino Médio (antigo Segundo Grau), no Colégio Estadual Alberto Conte, em São Paulo, o professor de Química foi o principal incentivador da minha escolha pela ciência química. Ele era um grande entusiasta da disciplina e encontrava diferentes maneiras de nos conduzir a esse universo. Para mim, isso se tornou especialmente marcante em um trabalho de niquelação e cromagem. Aos 16 anos, sem as facilidades de busca que existem hoje, eu e meu grupo buscamos orientação técnica no SENAI, onde fomos recebidas com atenção e apoio dos professores. A experiência deu certo, e esse contato prático com a Química foi decisivo: ali começou a se consolidar a certeza de que eu queria seguir carreira na área.

Ingressei no curso de Química no Instituto de Química de São Carlos (USP), onde iniciei minha trajetória em pesquisa com bolsas de Iniciação Científica do CNPq. Ainda na graduação, atuei inicialmente em eletroquímica e, depois, em um projeto de conversão de combustíveis alternativos, trabalhando com bagaço de cana visando a obtenção de insumos, uma experiência que fortaleceu meu interesse por processos e aplicações. Meu mestrado também foi no IQSC-USP.

Em 1996, iniciei o doutorado no Departamento de Química da UFMG, integrando o grupo da Profa. Elena Goussevskaia, onde passei a atuar em catálise organometálica e na funcionalização oxidativa de substratos de origem renovável. Aqui declaro toda a minha admiração pela professora Elena e também à grande oportunidade de ter crescido como cientista durante o meu doutorado e de ter feito amizades para a vida toda dentro do Laboratório de Catálise Organometálica da UFMG.

Lembro perfeitamente do meu 1º Congresso Brasileiro de Catálise, que foi em Bento Gonçalves, em 2001. Fiquei encantada com o congresso; as palestras mostravam o desenho do futuro tecnológico em Catálise, tanto no Brasil como no mundo. Desde então, tenho participado de todos, com a mesma curiosidade e alegria do primeiro e com a motivação de encontrar os amigos feitos ao longo dos anos.

Atualmente, sou professora associada na UFMG e tenho experiência nas áreas de catálise heterogênea e de materiais cerâmicos dopados com metais de transição, com atuação em temas como: transformação catalítica de terpenos, transformação de derivados da biomassa, processos sol-gel, óxidos metálicos e materiais mesoporosos estruturalmente ordenados. Lidero o Laboratório de Catálise e Tecnologias – CatTec da UFMG, no qual formamos doutores, mestrandos e alunos de graduação através dos seus TCCs.

Ao longo de toda a minha trajetória profissional, busquei consolidar uma atuação com interface entre ciência e inovação, participando de diferentes programas de aceleração e iniciativas ligadas ao empreendedorismo tecnológico. Sou cofundadora de uma startup e recebi prêmios nacionais e internacionais de empreendedorismo e inovação, incluindo 1º lugar na competição I2P Latin America e o Prêmio Santander Universidades (empreendedorismo). Também realizei formação em empreendedorismo na Babson College (EUA). Possuo patentes depositadas e concedidas junto ao INPI e já recebi aportes para desenvolvimento tecnológico por meio de programas como Sebrae (Sebraetec, PII-Sebrae), PRIME/FINEP (Programa Primeiras Empresas) e PAPPE/Fapemig.

Atualmente, trabalho no avanço tecnológico de processos catalíticos voltados às indústrias farmacêutica e de química fina, incluindo a execução de uma planta pré-piloto com aporte financeiro de órgãos de fomento e em aliança com empresa do setor. Também desenvolvo processos catalíticos visando a obtenção de bio-hidrocarbonetos com foco em SAF. Integro o quadro de orientadores permanentes dos Programas de Pós-Graduação em Química (UFMG) e em Inovação Tecnológica (PPGIT-UFMG), além de orientar no Programa de Formação de Recursos Humanos da ANP (PRH-ANP).

Agradeço a todos os meus parceiros científicos, com os quais pude trocar grandes experiências que se tornaram artigos e/ou patentes. Toda a minha gratidão eu dedico a todos os alunos que tive o privilégio de orientar; com certeza, mais aprendi com eles do que ensinei. E, claro, sem as agências de fomento CNPq, CAPES, Fapemig e Finep, não teria sido possível avançar nas pesquisas com qualidade.

5183837784661559883O Curso de Engenharia Química despertou meu interesse e curiosidade desde o Ensino Médio. Na época esse curso não existia na minha cidade natal (Goiânia-GO), por esse motivo prestei vestibular na Universidade Federal de Uberlândia (UFU), onde fui aprovada.  Apesar dos desafios enfrentados, por estar distante da minha família, concluí o curso em 2001.

No final da graduação realizei um intercâmbio em parceria com o Instituto de Ciências Aplicadas em Lyon -França, onde tive a oportunidade de realizar um estágio em uma grande empresa siderúrgica. Os obstáculos foram imensos, mas consegui concluir com muita determinação. Por toda a experiência que vivenciei na Indústria, quando retornei à Uberlândia resolvi conversar com meu orientador de IC para iniciar na Pós-Graduação. Ele me aconselhou a procurar outro professor, muito renomado do Departamento de Eng. Química da UFSCar, o Prof. José Freire, com quem realizei o meu mestrado.

Durante a realização das disciplinas obrigatórias eu conheci o Prof. Dilson Cardoso, que através das suas falas me despertou o interesse pela sua área de Pesquisa. Com isso, em 2004 decidi trilhar um outro caminho, e com muito entusiasmo iniciei meu doutorado na área de Catálise. Minha tese concentrou-se no uso de zeólitas na isomerização de alcanos. Foi um período de intenso aprendizado com uns dos pioneiros da Catálise no Brasil. Eu tive a honra de fazer parte de uma geração que recebeu uma formação de uma base sólida e genuína.

Durante esse período, também tive a oportunidade de contar com a colaboração de alguns professores, que me auxiliaram muito em seus laboratórios: Profa. Teresita Garetto (INCAPE) para realização de Quimissorção de H2 no Laboratório de Catálise em Santa Fé, Argentina e Prof. Célio Loureiro pelas medidas de difusividade no GPSA em Fortaleza.

Após o término do doutorado em novembro de 2008, o Prof. Dilson me propôs para elaborarmos um projeto, em parceria com a Petrobras, sobre secagem do gás natural utilizando zeólitas como adsorventes. O projeto foi contemplado, mas eu trabalhei nele como Pesquisadora por apenas um ano, pois tinha sido aprovada como docente no Instituto de Química (IQ) da Universidade de Brasília (UnB) em novembro de 2009.

Como docente do Curso de Química Tecnológica, participei do processo de implementação das disciplinas. Na pesquisa, tive muito apoio do Prof. Paulo Anselmo Suarez, que me acolheu no Laboratório de Materiais e Combustíveis. Trabalhamos em colaboração em alguns projetos, onde pude contribuir em relação à catálise heterogênea, aplicando zeólitas para obtenção de hidrocarbonetos a partir do craqueamento de resíduos industriais. Foi um período de intenso crescimento profissional, onde também atuei na orientação de trabalhos de IC e na Pós Graduação.

Posso dizer que fui muito feliz por tudo que vivenciei no IQ-UnB, mas o “coração falou mais alto” e quando abriu concurso no DEQ -UFSCar resolvi prestar e fui aprovada. Aqui estou como docente desde 2013, atuando no ensino na área de Processos Químicos Industriais e Cinética e Reatores. Atuei como representante no Conselho do DEQ e da Área de Pesquisa em Catálise. Atualmente, eu faço parte do Núcleo Docente Estruturante e sou Coordenadora de Estágio do Departamento.   

Minha linha de pesquisa se concentra na preparação e aplicação de catalisadores (peneiras moleculares) em reações de valorização de subprodutos da indústria e na reação de oxidação de metano a metanol. Dentro destas linhas, já orientei trabalhos de IC e coorientei trabalhos de mestrado e doutorado.

A catálise redefiniu minha trajetória acadêmica; me proporcionou experiências enriquecedoras desde a minha formação; ampliou a minha visão como pesquisadora onde tive a oportunidade de me conectar em diferentes áreas da ciência; me fez enxergar o quanto essa área é importante para solucionar problemas reais da indústria e do nosso cotidiano; e me fez conhecer pessoas tão importantes que me ajudaram nessa caminhada.

15 05 SBCAT Regional 2 quem somos Rita de Cássia NoticiaEu nasci e cresci em Maringá, no Paraná, filha de uma professora e de um pai que partiu cedo demais. Foi minha mãe Maria Isabel quem, com determinação e poucos recursos, garantiu a mim e aos meus irmãos uma educação de qualidade; e foi esse presente que moldou tudo o que vim a ser. Ao ingressar no curso de Engenharia Química da Universidade Estadual de Maringá (UEM), em 1996, eu ainda não sabia ao certo qual caminho profissional seguiria. A resposta veio de forma inesperada e definitiva em 1998, durante uma palestra do professor Eduardo Falabella Sousa-Aguiar, que visitava a UEM. Naquele dia, pela primeira vez vi a catálise ser apresentada como uma arte — e fiquei completamente encantada.

A partir dali, busquei a professora Nádia Regina Camargo Fernandes Machado, que se tornou minha orientadora de iniciação científica e, mais do que isso, uma referência de atuação na docência. Foi ela quem me preparou para enfrentar a seleção do PEQ/COPPE, onde eu sonhava em estudar com o professor Martin Schmal, que havia sido seu orientador. Esse sonho se realizou. Ao longo de sete anos no NUCAT, realizei meu mestrado e doutorado sob a orientação do professor Schmal e da Maria Auxiliadora Baldanza (a Dora), em um ambiente de rigor científico e amizades que carrego até hoje. O reencontro com eles no ERCAT 2025 aqui na UFF foi um momento muito especial para mim.

Após o doutorado, um pós-doutorado com a Dra. Lúcia Gorenstin Appel no Instituto Nacional de Tecnologia (INT) aprofundou minha formação e me ensinou que a excelência não admite meios-termos. Foi também no INT que conheci alguém que se tornaria muito mais do que uma colega de trabalho: a professora Lisiane Veiga Mattos. Ingressamos juntas no Departamento de Engenharia Química e de Petróleo da UFF em 2009 e, desde então, construímos uma grande amizade, que vai muito além dos projetos e publicações.

Em 2012, fundamos juntas o LEMMA (Laboratório de Energia, Materiais e Meio Ambiente), um espaço que se tornou o coração da minha atuação em pesquisa na UFF. No LEMMA, tive a oportunidade de orientar diversos alunos e desenvolver projetos em colaboração com instituições, empresas e grandes profissionais da área de catálise, com quem aprendi e continuo aprendendo muito. Ao longo desses anos, as frentes de pesquisa se diversificaram. Hoje atuo em temas como oxidação catalítica de compostos orgânicos voláteis, produção de grafenos, fotodegradação de microplásticos e síntese de zeólitas a partir de cinzas agroindustriais. São temas distintos, mas unidos por uma mesma convicção: a de que a ciência aplicada com rigor e criatividade pode contribuir concretamente para os desafios energéticos e ambientais do nosso tempo.

Olhando para trás, percebo que a catálise não apenas definiu meu campo de atuação científica: ela foi o fio condutor que me ligou orientadores extraordinários, amigos inesquecíveis e uma carreira construída com propósito. Da palestra que me encantou em Maringá ao laboratório que ajudei a criar na UFF, cada etapa foi possível porque pessoas generosas acreditaram em mim e porque eu aprendi, desde cedo, que a ciência é, acima de tudo, uma construção coletiva.

16 04 SBCAT Pesquisador Leonardo Baltazar NoticiaA Química sempre despertou meu interesse. Mas, minha primeira escolha profissional foi a Odontologia. Prestei vestibular para esse curso na Universidade Federal do Maranhão (UFMA), mas não obtive aprovação. Então, decidi ingressar no curso de Química, acreditando que uma formação sólida nessa área poderia me ajudar a cursar odontologia. O plano quase deu certo — não fosse um detalhe fundamental: eu me encantei pela Química e nunca mais considerei seguir outro caminho.

Apesar dos desafios da graduação, concluí o curso de Licenciatura em Química pela UFMA. No final da graduação tive meu primeiro contato com a pesquisa, trabalhando com materiais adsorventes, sob orientação do Prof. Cícero Wellington B. Bezerra, onde dei os primeiros passos na construção da minha identidade como pesquisador. No mestrado, também sob sua orientação no PPGQuim/UFMA, aprofundei essa linha de investigação, explorando o uso de biomassas como adsorventes. Foram anos dedicados ao estudo da adsorção, área que contribuiu muito para minha formação científica.

Ao iniciar o doutorado, em 2007, na UFSCar, decidi redirecionar minha trajetória e entrar no universo da catálise. Mesmo reconhecendo a relação entre adsorção e catálise heterogênea, optei por atuar na catálise homogênea. Desenvolvi meu trabalho no Laboratório de Síntese e Reatividade de Compostos Inorgânicos (LERCI), sob orientação do Prof. Alzir A. Batista, com colaboração do Prof. Dr. Victor Marcelo Deflon, do IQSC-USP.

Minha pesquisa concentrou-se no uso de oxo-vanadatos como catalisadores em reações de oxidação do cicloexano. Durante esse período, tive a oportunidade de contar com a colaboração do Prof. Dalmo Mandelli, então na PUC-Campinas, cuja experiência em catálise foi fundamental para o desenvolvimento do meu trabalho. Com frequência me deslocava para Campinas/SP onde desenvolvi parte do meu projeto de doutorado

Foi um período de intenso aprendizado, tanto pelo domínio de técnicas analíticas e de caracterização, como RMN, EPR, FTIR, GC e GC-MS, quanto, pela convivência com pesquisadores que marcaram profundamente minha formação. Nesse contexto, destaco o Prof. Alzir, cuja orientação foi decisiva para o desenvolvimento do meu pensamento científico, rigor metodológico e autonomia como pesquisador. Sua atuação foi fundamental para consolidar minha formação acadêmica e orientar minha inserção qualificada na área de catálise.

Destaco também o Prof. Dr. Otaciro R. Nascimento, do IFSC/USP, cujos ensinamentos extrapolaram o campo científico e contribuíram para minha visão de carreira e de vida.

Na etapa final do doutorado, passei a ser orientado pela Profa. Clelia Mara de Paula Marques, cuja sólida experiência em catálise, especialmente heterogênea, foi decisiva para consolidar e aprofundar a análise do sistema catalítico estudado. Sua orientação proporcionou uma visão mais integrada e estratégica do trabalho, contribuindo para minha inserção na área de catálise no Brasil.

Atualmente, sou professor do Instituto Federal do Maranhão (IFMA), Campus Codó, atuando no PPGQ/IFMA e liderando o Grupo de Estudos em Inorgânica e Catálise (GEIC/IFMA). Sou fundador do Clube de Astronomia de Codó (CAC/IFMA) e já atuei como coordenador do curso de Licenciatura em Química, coordenador geral dos cursos de graduação e chefe do Núcleo de Pesquisa do Campus Codó.

Minhas pesquisas do concentram-se na síntese de biocarvões a partir de materiais lignocelulósicos do leste maranhense, com aplicações na adsorção e na catálise. Paralelamente, atuo no Programa de Pós-Graduação em Ensino na Educação Básica (PPEEB/UFMA), com pesquisa em métodos de aprendizagem cooperativa, CTS/CTSA e Tecnologias Digitais Educacionais.

A catálise não apenas redefiniu minha trajetória acadêmica, mas também ampliou minha forma de enxergar a Química: como uma ciência dinâmica, integradora e capaz de propor soluções para desafios reais. É essa perspectiva que procuro transmitir aos meus alunos e aos novos pesquisadores que ingressam nessa área tão instigante

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